Os alunos que ingressaram no curso de Medicina da Faculdade São Francisco de Barreiras em 2018, participaram da tradicional Cerimônia do Jaleco, na manhã deste sábado (17). O evento, realizado no Ginásio de Esportes da instituição, é caracterizado pela entrega da vestimenta aos ingressantes e simboliza um compromisso do estudante com a profissão. Esse tipo de solenidade também é realizado em universidades dos Estados Unidos e da Europa desde a década de 1990.

Após o juramento, os jalecos foram entregues aos alunos pelos pais ou padrinhos escolhidos por eles. Felipe Márcio, estudante vindo de Caetité, no sudoeste baiano, disse que “é sempre bom ter esses momentos solenes para que não seja perdida a essência da profissão, que está no pensamento humanitário, na vontade de cuidar das pessoas e na responsabilidade de ser um profissional da Medicina”.

Um dos significados mais importantes da solenidade foi descrito nas palavras do coordenador de ensino do Curso de Medicina, Dr. Nailton Jatobá Tenório. “Uma cerimônia como a de hoje nos convida a refletir sobre o nosso papel na sociedade. O médico, além de ter que ser bom profissional, tem que ser um bom cidadão. E nós estamos empenhados, em conjunto, para dar todo o suporte necessário para formar um bom médico no futuro”, disse.

 “Essa cerimônia faz despertar a nossa essência. Desde pequena tive amor pela Medicina, pela vontade de ajudar o próximo. Quando apareceu a oportunidade de fazer esse vestibular, agarrei com as duas mãos, me esforcei bastante, e hoje estou aqui participando de um momento tão importante quanto esse”, contou Marina Batista Cipriano, recém-chegada do estado do Piauí.

O aspecto humanitário, abordado na solenidade, também foi destacado pela estudante barreirense Lara Masini. “Como foi dito hoje aqui, tem o lado profissional, que é importante, e tem o que mais vai contribuir para a minha realização, que é poder ajudar as pessoas”, disse. O empresário Ricardo Masini, pai da acadêmica, falou sobre a importância de estar ao lado da filha durante todo o processo de formação. “Nós que somos pais temos que estar sempre apoiando e dando o suporte emocional. Apesar de não ser médico, acredito que a minha experiência tem muito a agregar ao desenvolvimento dela nos estudos”, afirmou.